A dona da casa

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Risoto de abóbora japonesa, calabresa e gorgonzola



Estava tudo picadinho na geladeira.
Nessas horas em que os amigos estão em casa, esse tipo de facilidade que o mercado te proporciona é fantástico! Sobra mais tempo pro bate papo.
Foi um final de semana ótimo! Com queridos amigos que não víamos há quase três anos.
Muito passeio, muito assunto, muita novidade pra colocar em dia.
Final de domingo. 
Abrimos a garrafa do Chardonnay chileno. Colocamos para gelar.
O tempo estava, como previsível, muito quente.
Coloquei o caldo de legumes para esquentar.
Os cubinhos de abóbora japonesa para cozinhar. Sem azeite, nem sal. Apenas umas folhinhas de sálvia.
Em outra panela, os pedacinhos de linguiça calabresa para dourar, até ficarem crocantes. Tirei o excesso de gordura e reservei.
Nela, coloquei rodelas de cebola para glacear num pouquinho de molho shoyu e duas colheres de café de açúcar mascavo. Reservei.
Comecei o risoto. Como sempre.
Cebolas picadas para dourar...
Vinho para incorporar...
Caldo de legumes de tempos em tempos para cozinhar.
Quando al dente, acrescentei as abóboras cozidas, a linguiça, a cebola glaceada e pedacinhos de queijo gorgonzola.
Pronto em menos de 20', um risoto gostoso para finalizar um final de semana melhor ainda.
Voltem sempre, Vê & Rô!

Trilha do Parque Nacional de Brasília (Parque Água Mineral)



domingo, 15 de novembro de 2015

Comidinhas dos Estados Unidos - Matando um pouco a saudade

Depois de quase quatro anos voltamos aos Estados Unidos.
Foi uma viagem rápida, a trabalho, de apenas uma semana.
Mas foi o suficiente para matarmos a saudade de algumas coisas de que sentíamos falta (consciente ou sem ao menos nos darmos conta...) de quando moramos em NYC.
E aqui eu quero enfatizar apenas as coisas gastronômicas, claro!

Primeiramente, as draft beers.
Nos últimos anos, a oferta de chopps artesanais de qualidade melhorou muito no Brasil. Isso não se pode negar.
Mas sentar num pub (ou sujinho americano) de frente a todas aquelas torneiras, com opções de cada canto daquele país, incluindo as sazonais, é muito legal.
OBS: Só não foi mais legal porque o dólar estava de lascar...!
Mais legal ainda é que em qualquer rede nacional vc encontra um chopp produzido para aquele local.
Esse aí da foto é uma Pale Ale produzida pela Brooklyng Brewery especialmente para a rede de hamburguerias Shake Shack. E, mesmo com certa desconfiança a princípio, achamos muito bom!

ShakeMeister Ale
Shake Shack de DuPont
Circle - Washington D.C. 

Segundo, o café.
Eu sei. Muitos me dizem. Sou a pessoa estranha que gosta de café americano.
True.
Podem me crucificar, mas uma das minhas saudades era a de tomar aquele tonel de café ralo no copo americano.
A-do-ro!
Não curto espresso.

Americano da Paul Patisserie
Georgetown - Washington D.C.
Terceiro, o bolinho.
A modinha dos cupcakes arrefeceu um pouco aqui no Brasil.
Nos Estados Unidos, lojas especializadas em cupcakes são uma instituição.
Há competições, títulos e prêmios nacionais para as melhores casas.
E filas intermináveis nas lojinhas de cupcakes a cada esquina.
Para mim, o melhor do cupcake é a textura compacta da massa, o tamanho e a facilidade de comer, e aquela cobertura típica deliciosa de cream cheese.
Há várias opções de receitas aqui no Recebendo, caso queira se arriscar. ;)
Esse da foto é da premiada Red Velvet Cupcakery (Washington D.C.).


Finalmente, o café da manhã americano.
Não estou me referindo aos ovos mexidos, salsichas etc.
Estou falando das panquecas e french toasts.
Minhas opções quando se trata de café da manhã americano.
As panquecas simples acompanhadas de bacon sequinho e crocante e syrup.


E as fatias grossas de torradas francesas encharcadas no creme com canela.
Aff...!



OBS: Tem receitas das panquecas (muuuuito parecidas mesmo!) e das torradas aqui no blog também, pessoal!

Foi bom.
Porém, rápido.
Mas acho que deu pra matar um pouquinho da saudade... :)
Abs e até a próxima, pessoal!

Quando a chuva é o suficiente


Demorou muitos meses.
Mais do que nos nossos dois primeiros anos por aqui.
Mas ela chegou.
Bendita chuva.
Que molha a grama seca.
Que baixa o pó.
Que hidrata os lábios, os olhos, a boca.
Aqui a chuva é o suficiente.
Desperta a vontade de escrever.
De fazer poesia.
Faz sorrir o coração.


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Corrida 5km McDonalds Brasília - Minha primeira corrida de rua!


Sempre gostei de caminhadas. Especialmente ao ar livre.
Gosto daquelas longas que dão tempo pra gente pensar bastante, colocar as ideias no lugar e liberar um pouco de serotonina pra chegar em casa mais feliz! :)
Comecei a correr há bem pouco tempo. Cerca de 3 meses. E na esteira da academia mesmo.
Criei meu próprio estilo de treino. Intervalado. 4 min de trote (a 5,5 km/h) seguidos de 2 min de corrida (a 7,5 km/h) durante 60 min.
No começo achei que nunca iria conseguir correr mais do que esses dois minutos. Sério. Parecia demais!
Só que depois de 2 semanas nesse treino "inventado" meu corpo começou a pedir mais corrida.
Parecia vício, ou instinto mesmo.
Troquei o treino para 3 min de trote e 3 min de corrida, também por 60 min.
Gostei! Eu podia correr mais!
Até que um belo dia eu já conseguia correr 20 minutos ininterruptamente! E depois 25, 30... Até enfim correr meus primeiros 5 km!!
Minha marca ainda é ruim (pelo menos quando comparada àqueles que conseguem fazer 5 km em meia hora - gente comum mesmo, não atleta).
O meu melhor tempo, por incrível que pareça, aconteceu na minha primeira corrida de rua.
Me inscrevi na edição desse ano da maior corrida feminina da América Latina: a Corrida 5km do McDonalds.
Foi uma experiência incrível!
Ainda não tinha testado os meus treinos de esteira na rua e, por isso, estava super insegura se iria conseguir correr durante todo o trajeto. 
As condições da corrida ao ar livre são bem diferentes daquelas na academia. Tem a questão do ar condicionado, da inclinação da pista, das condições do asfalto...
Enfim, minha ansiedade era imensa para saber como seria meu desempenho!
Peguei meu kit no sábado.

Kit da Corrida 5km McDonalds (camiseta, número de
inscrição, sacolinha e chip)
A empolgação aumentou! Tudo era novo.
Coloquei o número na camiseta e o chip (o que era aquilo?!) no tênis.

Bolota fuçando no chip que coloquei no meu tênis
Tudo arrumadinho para a prova. 
Na noite anterior me alimentei bem, não tomei meu vinhozinho do sábado à noite e fui dormir cedo.
Apesar de a corrida ser apenas para mulheres, o maridão quis me acompanhar. 
Acordamos bem cedinho no domingo, tomamos nosso café da manhã bem rápido e mesmo assim acabamos saindo um pouco atrasados. :(
Mas deu tudo certo!
Chegando na Torre de TV de Brasília, ponto da largada, estava tudo super organizado e muito animado!!


Grupos de amigas, casais, crianças e até cachorros acompanhando suas donas.
Deu até pra pegar a sessão de alongamento.



Depois dela, foi dada a largada!



Frio na barriga, excitação!
Que bacana!
Alguns dando um tiro, outros optando pelo trote. Maridão correu ao meu lado e me incentivou durante todo o trajeto.


Passando pelo Estádio Mané
Garrincha, logo no começo da prova
Eixo Monumental - Muito sol e
calor mesmo antes as 8h da manhã
Subidinha do Eixo Monumental -
passando pelo Palácio do Buriti,
sede do governo do DF
Continuando a subida, agora
próxima ao Monumento JK
A parte da subida, primeiro trecho, foi angustiante. Estava muito seco e já fazia muito calor para o horário aqui em Brasília, o que deixou a respiração mais difícil e a garganta seca. 
No 2,5 km, na praça do Cruzeiro, finalmente avistamos os postos de distribuição de água!! 
Isso significada que já (ou ainda !) estávamos na metade do percurso, e que agora viria o trecho da descida. Ufa!

Eixo Monumental sentido Torre de
TV. Trecho de declive da corrida.
Ao invés de ser o trecho que imaginei mais fácil, estava enganada. Nessa etapa do percurso, o sol estava bem na nossa direção e atrapalhava pra caramba!
Chegar ao 4 km foi um sofrimento. Por alguns segundos achei que fosse ter que caminhar...

Km 4 do percurso. Já próxima à
Torre de TV.
Mas a vista da Torre de TV me incentivava! Era o meu oásis, e estava a menos de 1.000 m de mim!


André me ajudava com palavras de incentivo o tempo todo. Acho que percebeu minha aflição.
Minha lombar doía enquanto eu só pensava que não poderia correr, correr e morrer na praia... Ia cruzar aquela linha de chegada correndo de QUALQUER JEITO!
E foi então que aquela droga daquela curvinha que me levaria a ela chegou!
Nessa hora André gritou "Vamos! Agora dá um sprint!". 
Senti vontade de matá-lo. Como ele podia pensar em acelerar naquele momento? Eu estava acabada!!
Mas quando eu vi que o mostrador de tempo indicava que eu estava a menos de 40 minutos da linha de chegada, eu corri como nunca corri na vida!!
Em geral, na esteira, faço 5 km em 43 a 45 min!
Ah, eu ia fazer o meu melhor tempo de todos!! 
E cruzei!! Cruzei a linha de chegada!



Que sensação maravilhosa!
Os músculos da perna tremiam, mas não conseguia parar de rir!
Superação. 
Como é boa essa sensação.

Maridão e eu (vermelha feito
pimentão!) com a medalha

Após a prova, os organizadores nos encaminharam o nosso tempo exato de corrida (era para isso o tal do chip, então!). O meu foi de 39'20"! 
Fiquei super satisfeita com tudo.
Que venham mais corridas!
Depois dessa minha primeira corrida de 5 km só preciso ainda entender como é que tanta gente enfrenta os 42 km de uma maratona!
Será que um dia ainda descubro?

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Passeio de bike no Parque da Cidade - Brasília

Novas paisagens. Novos caminhos. Novas aventuras.
Moro em Brasília há quase 3 anos e ainda não tinha dado uma volta de bicicleta por um dos parques mais famosos do País: o Parque da Cidade.
Consagrado pela muísca da Legião Urbana, a principal área de lazer pública urbana da capital federal, possui uma ciclovia de 10 km de extensão. 

Mapa do Parque da
Cidade - o percurso
em vermelho é o da
ciclovia (10 km)
Bastante frequentada aos finais de semana, é um trajeto extremamente agradável, que pode ser completado, sem muito esforço para um principiante como eu, em menos de 40 min.
Na realidade, comprei minha bike - uma bike retrô, super fofa com cestinha e tudo (rs!) - há apenas 2 semanas! 


Ainda meio cambaleante (Nossa, fazia uns 15 anos que não andava de bike!) resolvi enfrentar o trajeto.
Em plena seca, a primeira parte do percurso foi uma subida lastimável! 
Algumas paradas para tomar uma água e uma sombrinha foram necessárias, confesso.




Mas nada que a gente não pudesse administrar... Rsrs.
Afinal, a paisagem era linda! Os corredores de rua, os patinadores, as crianças e os pais atentos, todos sempre muito cordiais, facilitam a vida do iniciante.
Finalmente chegamos à metade do percurso. A sombrinha nos deu mais um alento. E nos estimulou a enfrentar os km finais.


Valeu a pena! 
Chegamos ao ponto de partida. Um bosque do parque repleto de eucaliptos que nos convidavam a passar alguns minutinhos debaixo de suas copas extensas - e alienígenas para a vegetação do cerrado...






Paz e silêncio.
De repente, não tínhamos mais assuntos para tratar, nem observações sobre o trajeto a serem feitas.
Que bom.
Meditamos ali mesmo. Sem nada a dizer, mas com muitas coisas em mente. Em particular, sobre a alegria daquele momento.
Que bom que o parque é logo ali.
E que bom que a bike já está estacionada na garagem.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Rosso Bistrô em Floripa - Um restaurante especializado em polvo

Acho que não é segredo para ninguém o quanto sou apaixonada por Florianópolis.
É a cidade do meu marido, dos amigos, da família dele, dos meus compadres e da minha afilhada.
Só isso já bastaria.
Mas tem mais!
O clima da cidade, as pessoas queridas e sempre muito receptivas, a beleza dos morros - ainda muito preservados - que nos acompanham a cada percurso e, claro, o mar!
Ahhhh...


Se tem uma região da ilha que é sempre tranqüila, nostálgica, bem preservada e com ótimas opções de restaurantes com vista para o mar é Santo Antônio de Lisboa!
Adoro aquele lugar.
É lá naquele mar tranquilo que são cultivadas as tradicionais ostras de Santa  Catarina. 
Lá vc pode degustá-las fresquinhas, ao bafo, gratinadas, à vinagrete... E por um preço justo! Bem diferente do que encontramos nos grandes centros.
Mas esse post não é sobre ostras, nem sobre Santo Antônio. 
É sobre polvo!
Na verdade, é sobre um bistrô super aconchegante que conhecemos lá em Santo Antônio cuja especialidade é o polvo. 
O chef Alysson Müller apresenta três opções de pratos principais à base de polvo: polvo grelhado,  polvo glassado e polvo à Rosso.


Minha escolha e a do maridão foi o polvo grelhado com batatinhas ao murro e alho confit.
Muito gostoso. Macio por dentro e crocante por fora.
O valor médio do prato de polvo para 2 pessoas no Rosso é salgadinho (R$ 130,00) e a comida não é muito farta... Peça a entradinha de bolinho de siri. Vale a pena! 



Mas uma ida ao local vale muito a pena. 
A parte externa do restaurante é à beira-mar, com piso de conchinhas que fazem a alegria da criançada.
Essa é a minha afilhadinha, Larissa, curtindo a tarde com os dindos!
❤️









Nossa tarde foi uma delícia, super agradável!
Um polvo para ficar na lembrança! :)
Abs e até a próxima, pessoal!

sábado, 29 de agosto de 2015

Viagem pelas vinícolas uruguaias - Bouza, Juanicó, Narbona e El Legado

Oi, pessoal!
Tudo bem?
Finalmente arrumei um tempinho para postar aqui para vcs nossa viagem das férias de julho desse ano!
Fizemos um roteiro que pretendíamos há algum tempo: conhecer as principais regiões produtoras de vinho do Uruguai!
Foram oito dias percorrendo as regiões de Montevidéu e Colônia del Sacramento.

Nossa primeira parada foi Colônia del Sacramento.
Que cidadezinha linda! Fiquei encantada! Com vontade de ficar mais tempo, porém tínhamos apenas uma noite e um dia completos por lá.

COLÔNIA DEL SACRAMENTO é a única cidade portuguesa das Américas que não pertence ao Brasil.
As ruas e casas de pedra "sem eira nem beira" são bastante típicas das construções brasileiras do século XVII, lembram Paraty, Florianópolis, Pirenópolis...

O Farol de Colônia - 118 degraus, visão panorâmica da cidade
até a costa de Buenos Aires
Região Central de Colônia
Ruas e casas de pedra "sem eira nem beira"
Calle San Pedro - Rua do Hotel Charco
Escultura de arames - Centro de Colônia
Basílica do Santíssimo Sacramento - Centro de Colônia
Península do Bairro Histórico - Mastro e um
céu de tirar o fôlego!

COLÔNIA DEL SACRAMENTO - ONDE FICAR
- Hotel Charco: uma delicia! O hotel fica na região de Ciudad Vieja, com aquelas ruazinhas de pedra sabão bem portuguesas, beirando o Rio da Prata.

Entrada Hotel Charco

COLÔNIA DEL SACRAMENTO - ONDE COMER
- Bistro Charco: é o bistro do hotel! Comida excelente. Atendimento idem. Um plus para a vista que vc pode ter do Rio da Prata quando pedir para servirem o seu café da manhã na bancada em frente à janela. Aproveitamos tb para jantar lá para comemorarmos! Era véspera do meu niver!! :)

Café da manhã com vista para o Rio da Prata!

- Café Ganache: uma cafeteria que, além de cafés especiais preparados por baristas, vende cervejas artesanais uruguaias. Imaginem se o maridão não se entusiasmou?!?!

Café Ganache - Centro de Colônia
Essa foto ficou de cartão de visitas! ;)

No dia seguinte, alugamos um carro e rumamos Montevidéu!
Foram cerca de 3 horas de viagem entre Colônia e nosso destino, percorrendo uma paisagem linda, de um país pacato, predominantemente agrícola e que mais parecia uma volta no tempo...


MONTEVIDÉU - ONDE FICAR
Em Montevidéu, ficamos no Hotel Alma Histórica, também na região de Ciudad Vieja. Muito bom o hotel!! Super bem localizado! A partir dele, é possível chegar a pé à região portuária, ao Mercado Municipal, ao Teatro Solís e a um monte de lojinhas de antiguidades super bacanas para se dar uma garimpada em porcelanas antigas e móveis vintage (eu adoro!!) ;)

Hotel Alma Histórica - Vista do nosso quarto
Hotel Alma Histórica - Vista panorâmica de
Ciudad Vieja

O Hotel Alma Histórica tem pouquíssimos quartos, todos eles com nomes de personalidades uruguaias e decorados em homenagem a elas.
O café da manhã é uma delicadeza (e tb uma delícia! - principalmente as medialunas sempre quentinhas...)!


MONTEVIDÉU - ONDE COMER
- La Perdiz: não percam tempo tentando conhecer outra parrilla na cidade (acreditem em nós, não valerão tanto a pena...). A carne do La Perdiz foi a melhor parrilla que já provamos! Não fica perto do hotel, mas vale a pena ir (e voltar!).


- Jacinto: comida contemporânea. Restaurante moderno, comandado por uma garotada jovem e bacana. O cardápio é super interessante e a carta de vinhos, abundante! Fica no calçadão, próximo ao hotel.

- Café Brasileiro: a fim de um bom cafézinho ou chá ao final da tarde, próximo ao hotel e delicioso? Não deixem de conhecer o histórico Café Brasileiro! Fundado em 1887, mantém a decoração da época de sua criação ainda intacta!!

Café Brasileiro - Montevidéu
Entrada Café Brasileiro - Montevidéu

MONTEVIDÉU - VINÍCOLAS DA REGIÃO
Uma coisa muito legal de ir ao Uy para conhecer as vinícolas e as regiões produtoras é o caminho que se percorre até elas. Lindo!

- Bodega Bouza: localizado na região de Camino de La Redención, a 15 minutos de distância do nosso hotel.
Agendamos visita um dia antes, por email mesmo e deu tudo certo! Mas eu não me arriscaria tanto da próxima vez... Façam reserva com pelo menos 2 dias de antecedência.
Fizemos visita guiada, degustação de vinhos e almoço. Fantástico!
A parrilla tb é muito boa para pedir na hora do almoço.
E eu que imaginei que a visita à coleção de veículos antigos fosse ser mala, acabei adorando! rs!
Foi minha bodega favorita no quesito "visitação completa".
Ah, e os vinhos são um capítulo à parte. Maravilhosos!

Bodega Bouza
Bodega Bouza
Bodega Bouza - Panorâmica
Degustação de quatro tipos de vinhos da Bodega Bouza
- Fantástico!
Visita à coleção de carros antigos - Bodega Bouza
Visita à coleção de carros antigos - Bodega Bouza
Visita à coleção de carros antigos - Bodega Bouza
Visita à coleção de carros antigos - Bodega Bouza

- Bodega Juanicó - Família Deicas: o lugar é liiiindo! Tivemos muita sorte porque um grupo que tinha visita agendada para aquele dia desmarcou e acabamos tendo atendimento VIP (só eu e marido). Os vinhos são maravilhosos (destaque para o Prelúdio). Tb fizemos degustação, visita e almoço.

Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Nossa degustação VIP - Bodega Juanicó/Família Deicas
Nossa degustação VIP - Bodega Juanicó/Família Deicas
Linda vista!
Nossa degustação VIP - Bodega Juanicó/Família Deicas
O famoso (e delicioso!) Prelúdio
Visita à cava histórica, construída por jesuítas
 - 
Bodega Juanicó/Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas
Bodega Juanicó - Família Deicas

Depois de 3 dias em Montevidéu, pegamos a estrada de volta para a região de Colônia, só que agora para a tão esperada parte da viagem: nossos três dias de descanso na Narbona Wine & Lodge, localizada no distrito de Carmelo.

NARBONA WINE & LODGE
A Narbona é uma vinícola-granja-resort fantástica e bem famosa para quem vai para o Uy!
Além das áreas externas lindas e super bem cuidadas, tem todo um estilo hospedaria antiga, com apenas 5 quartos bem espaçosos (suuuper difícil de fazer reserva!) e um restaurante que te atende desde o café da manhã até a ceia.

Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge - Vista do Restaurante
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge - Passeio de carrinho elétrico
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge
Narbona Wine & Lodge - Entrada

Pontos altos da Narbona:
- Quartos super bem decorados, espaçosos. Destaque para aqueles com vista para o parreiral!! (DICA: Falem com a gerente Manoela para ficarem num desses! Ou no piso superior - habitación Sauvignon Blanc - em que nos hospedamos - ou no térreo.)

Narbona Wine & Lodge - Vista do nosso quarto
(Sauvignon Blanc) para o parreiral
Narbona Wine & Lodge - Um dia de chuva

- Restaurante: não vale a pena sair da Narbona para comer (mesmo!). As refeições (apesar de beeeem salgadinhas $$$...) são deliciosas!
Tudo o que é consumido em Narbona é produzido por eles, desde o leite, os pães, as massas, até o azeite e o vinho!

Narbona Wine & Lodge - Restaurante
Narbona Wine & Lodge - Café da manhã com produtos
artesanais fresquinhos 

- Passeio de carrinho elétrico pelos parreirais e oliveiras. A-mei! É lindo! Sempre que podia pegava aquele carrinho para passear. Rsrs... Destaque para as fotos que mostram a divisão entre o parreiral e as oliveiras de Narbona, e para a minha amiguinha-guia! :)

Narbona Wine & Lodge - As parreiras e as oliveiras
Narbona Wine & Lodge - Minha amiguinha guia
Narbona Wine & Lodge - De uma lado, as oliveiras.
Do outro, as parreiras!
Narbona Wine & Lodge - De uma lado, as parreiras. 
Do outro, as oliveiras!

VINÍCOLAS EM CARMELO
Além dos vinhos da Narbona, conhecemos apenas uma outra vinícola bastante recomendada em Carmelo:

- Bodega El Legado: uma vinícola familiar, de um casal muito simpático, que te recebe para degustar seus vinhos como se estivesse recebendo amigos em sua casa! Foi a degustação de que mais gostei, talvez pelo contexto de maior intimidade e receptividade dos proprietários.

Bodega El Legado
Bodega El Legado - Barril de inox
Bodega El Legado - Barris de carvalho
Nossa degustação na Bodega El Legado
Bodega El Legado
Bodega El Legado

Ah! E Tb por ter provado o gran reserva deles extraído por mim mesma diretamente da barrica de carvalho!! Hehehe!

Bodega El Legado - Tirando o vinho
do barril com a pipeta!

A produção da El Legado é de apenas 3.000 garrafas/ano. Muito pouco disso é exportado e a maior parte vai para os EUA.
São vinhos excelentes e diferenciados!
Para se ter uma ideia, uma das garrafas que levamos do Gran reserva nem tinha rótulo, e por isso foi identificada e assinada pelo proprietário.
Adoramos!

Nosso grand reserva exclusivo da Bodega El Legado

De fato, adoramos tudo! Essa viagem foi encantadora! Vai ficar em nossas memórias a saudade dessa região linda, que produz coisas tão surpreendentes, dentre elas, um povo tão querido!

Além das boas memórias, claro, trouxemos uma seleção de vinhos (na sua maioria tannat) que mostraremos para vcs aos pouquinhos, ok?

Vinhos, azeites e doce de leite exclusivos do Uruguai!

Cheers!!

Nosso brinde na chegada em Narbona -
Bem ao estilo do casal (ele de cerveja, eu provando o Rosé)!